Pai: Manoel Balbino Gomes
Mãe: Ana Ferreira Campanhã
Data de nascimento: 29/6/1919

Data de falecimento: 04/03/2000
Naturalidade: Jaú-SP


Biografia

Tão pequenina, tão frágil, tão grande e tão forte!… É assim que enxergo a Ir.Cecília, que meu coração ama e admira! É assim que vou feliz me encontrar com ela, na casa do Pai, toda vez que a saudade bate fundo no meu coração. Então minha Fé a traz, sempre sorrindo, para junto de mim! E é assim, que neste momento eu estou lhe pedindo: – Cecilinha, me ajude a dizer às nossas Irmãs, com fidelidade um pouco de sua vida tão bonita, tão rica, tão generosa. Você ainda não completara 18 anos, quando ingressou ao noviciado das Irmãs Calvarianas, em Campinas. Foi lá que eu a encontrei, como noviça, em 1938, quando da minha entrada para vida religiosa. Foi lá que encontrei também a Ir.Eleonora, a nossa Tia Maria, tão viva, tão trabalhadeira.

Uma fiel companheira, que me dizia: -´´ Venha cá, Teresa, você é da minha raça!“ Bem que eu queria ser de sua raça, de verdade. Ela também partiu há poucos dias, para a casa do Pai. Tinha 103 anos, de vida e muito amor de amor e sacrifício. Foi lá, Celinha que como companheira de noviciado e, depois, como jovem professa, tive a felicidade, por graça de Deus, de ficar muito perto de você. Foi então que com você, eu aprendi a cuidar das ´´coisas“ de Nosso Senhor, na capela e na sacristia. E muito mais do que isto: aprendi com você e até hoje tento pôr em prática, a alegria e a generosidade, no serviço de Deus Nosso Senhor. Quanto suor, quanto cansaço!…Você, Ir. Celeste eu encerando o chão daquela capela enorme, fazendo-o brilhar a custa de pesados escovões manuais… até que conseguimos, uma enceradeira elétrica. Que benção e que alívio!… que festa! Vivemos juntas da comunidade do ´´Coração de Jesus“, por vários aos sentávamos uma ao lado da outra no refeitório. A Madre superiora é quem servia cada uma, o quanto ela achava bom.

Você se lembra disso foi você que me contou um dia, em que o prato principal era peixe, que você só comia com muito sacrifício.Madre Teresa serviu todo mundo, e na travessa restou um peixinho. Ela olhou de um lado, olhou de outro e achou que você é que devia recebê-lo e colocou-o no seu prato. Você diz que eu, num gesto rápido e fraterno, e passei para o meu prato. E eu que também, até hoje, não sou muito amiga de peixe… coisas da amizade fraterna!… Vivemos juntas por vários anos na comunidade do ´´Coração de Jesus“. Não me recordo mesmo remexendo minha memória, de ter havido entre nós, o mais leve desentendimento. Deus seja louvado! Mas o que é bom dura pouco, definitivo só mesmo o céu, é definitivo a congregação resolveu fundar um colégio em Seberi, no longíquo frio Rio Grande do Sul. E lá se foi a minha Ir. Cecília finalmente como Madre Teresa, Ir. Aloísia e Ir.Bernadete.Que vazio enorme se fez no ´´Coração de Jesus!“. Lá se foi você, Ir.Cecília, ensinar, as gauchinhas, seu jeitinho bom de amar a Deus e de ser feliz? E foi tão fecundo o seu testemunho, que muita mocinha gaúcha quis seguir seus passos e a fizeram religiosa calvarianas.

Entre elas, a Ir. Umbelina que apenas com 14 anos, você foi buscar em casa dela, enfrentando o Sr.Ângelo seu pai tão sério e tão severo, que a duras penas deu seu consentimento. Que rico presente você trouxe para o Calvário, herdado dela ´´Ressurreição!“ Deus lhe deu a recompensa com certeza, quando de sua chegada à casa do Papai do céu. Você gostava de contar a história do velho índio que passava de vez em quando pela casinha das Irmãs, para dar alguma coisa. Desta vez ela queria um ´´Jesus Cristo“ como você tinha à mão um crucifixo, você deu-lhe uma medalha de Nossa Senhora. Ele olhou meio desapontado para a medalha e perguntou: – Será que vosmicê não conhece Jesus Cristo? ! A casinha de madeira, fria e pobre que abrigou a comunidade o frio dos pampas gaúchos, seu trabalho e seu descontamento generoso valeram para você um problema sério de tireóide.Você precisou vir para S. Paulo a fim de tratar de sua saúde. Foi o caminho que Deus usou para trazê-la de novo para perto de nós. E tão perto, que veio para Catanduva, onde meu coração bem que esperava você! Você veio dar um pouco de sua vida e de sua abnegação àquelas 80 órfãos do Lar-Escola Ortega Josué, sofridas e carentes, que tanto necessitam de seu carinho! Irmã Noemi, Ir, Teresa Cervato, Ir. Cecília, Ir.Celina eram suas companheiras. Eu morava no colégio e nos encontrávamos muitas vezes…Deus sabe trabalho que nos deram aquelas meninas!… por está época 1968, fui representar todas as comunidades do Brasil no capítulo geral de ággiornamert, na França.

Você me pediu que falasse com a Madre Geral e lhe pedisse que autorizasse mudar seu nome de Ir. Maria Santa Cecília, para Ir. Ana Cecília. Ela consentiu logo. Desta vez a felicidade de ir a Roma. Visitei a uma que conserva corpo de Sta Cecília. Conseguiu um cartão que reproduzia a imagem de urna: Sta Cecília representada num gesto em que ela tinha três dedos de uma das mãos e sobre eles, um dedo da outra mão, confessando, naquele gesto sua Fé no Deus Uno e Trino. Enviei de lá a você, o cartão de um recado: ´´quero ser a primeira a lhe chamar por seu nome novo: Irmã Ana Cecília! junto de Santa Cecília rezei por você, com todo o carinho do meu coração. Você já pode usar seu nome novo! Logo após o capitulo geral, fizeram juntas o caminho doloroso da passagem do ´´calvário“ para a ´´Ressurreição“. No momento da opção de cada uma apesar do empenho das calvarianas e de sua irmã, Ir. Celeste Maria, para que você permanecesse, você fiel à sua consciência e a seu senso de justiça, verbalizou: ´´quero ser testemunha de que não há nada de errado nas suas comunidades de Catanduva, por isso, escolho ficar com elas.“ Três anos após nossa consagração, nas comunidades de N.Sra. da Ressurreição, a pedido de D. José de Aquino, fundador em S.José do Rio Preto, a 1ªcasa da nossa congregação. Ir.Maria da Glória, Ir.Fátima e você foram às fundadoras.

Estabeleceram –se na casa Paroquial, cedida por Monsenhor Castro, cura da catedral. Além da participação nos eventos da Catedral, o 1º apostolado da comunidade pedido por Monsenhor foi à organização dos Círculos Bíblicos, nos prédios do centro de Rio Preto. Parece-me no que funcionam até hoje. Em 1975, a comunidade, mudou-se para a casa da Rua Tiradentes, que a congregação adquiria. Na mesma época compramos a casinha da Vila Mariana, que iria servir para receber as Irmãs em suas idas a S.Paulo, você e Ir. Teresa Kaminshi foram transferidas para lá. De novo você esta fundando mais uma comunidade da Ressurreição. E era tudo tão pobre! Mobiliamos a casa como pudemos, com o essencial. Faltavam brincadeiras…Fomos a uma loja ali perto e compramos um conjunto de sofá e duas poltronas o mais barato que encontramos, nada cômodo.

Deixei com você um cheque para pagá-la na ocasião da entrega. Você o recebeu toda contente, mas ao apresentar o pagamento em cheque os empregados da loja não quiseram recebê-lo… Levaram a mobília de volta! Até que a gente substituísse o cheque por dinheiro vivo. Alem da casa, havia uma edícula bastante apresentável. Para ajudar nas despesas, você recebeu lá três pensionistas: Teresinha Caligenio estudante de medicina e namorada do Carlos Nascimento, ex-repórter do Jornal Nacional, Edua, japonesa, nossa amiga até hoje e Salete que mora em Curitiba e nunca deixa de nos envia todo ano uma bela mensagem de Natal. Precisávamos de uma casa maior ou de queríamos fundar uma Escola. Mediante um empréstimo bastante vantajoso da Caixa Econômica Federal, conseguimos graças aos esforços de Ir. Zilah, somando a algumas economias nossas à venda da casinha da Vila Mariana, compramos a casa da R. dos jornalistas,157, era uma casa ampla dois andares, no andar superior, a capela que nos possibilitava ter Jesus Sacramentado conosco, os dormitórios que acolhiam as Irmãs quando suas viagens a S.Paulo e a comunidade , no andar térreo, a cozinha, uma sala enorme e o pátio nos permitiam receber os primeiros aluninhos do Jardim Infância, recém fundado. Você estava de novo em seu alimento. Os pequeninos foram sempre à razão de sua alegria e de sua dedicação! Com que carinho, com que desvelo você os acolhia e cuidava deles! A escolhida a que nós chamamos de “Pequeno Mundo” foi crescendo … A casa ficou pequena para abrigar as crianças à comunidade as Irmãs que iam pernoitar lá, por ocasião dar ida a S. Paulo.

A comunidade também cresceu: Ir. Noemi, Ir. Reginalda, Ir. Teresa e você, a “casa do carinho”, como a apelidar Ir. Celina, já não conseguia acolher tanta gente! Juntando nossas economias conseguimos comprar um terreno em continuidade do pátio. Você Ir. Noemi e Ir. Reginalda acompanharam a construção da casa que obrigaria as Irmãs e o curso de datilografia gratuito aos alunos da Febem nossos vizinhos. Você se lembra do Gui? seu amiguinho mirim que, entusiasmado com a construção, acompanhava até lá, dando palpite e sugestões? Seu entusiasmo durou pouco. Acabou no dia em que ele descobrir que a casa seria a residência das Irmãs.

Ir. Cecília não iria mais ficar tão perto dele, na Escolinha. Aí, o Gui construtor, passou a ver que queria destruir a construção. Onde andará Gui? Você com certeza, sabe onde alcançá-lo com seu bem-querer, sua oração e sua benção! A comunidade morava ainda no prédio da Escola, mas encontrou o jeito caridoso e carinhoso de acolher sua irmã Olinda, doente do coração que precisava de cuidados que alguém, como você, poderia lhe dispensar. Morou conosco alguns anos. Era gratificante encontrá-la com seu jeito calmo sempre fazendo seu lindo crochê sempre orante, até que Deus –Pai veio busca-la para morar em sua casa. Você estava em Catanduva, para tratamento de saúde. Olinda começou a passar mal, Ir. Reginalda e ir. Noemi a socorreram, mas nada puderam fazer. Serenamente ela fechou os olhos. Foi abri-los na Eternidade. Acompanhei você na viagem para S.Paulo, sem queixas sem muitas lágrimas, você acolheu a vontade do Pai, que estava levando para junto dele sua irmã querida. Alguns anos depois, a comunidade já morava na casa nova, e seu irmão, Marcelino, foi visitar você. Preparou um gostoso churrasco, Ele, Edith irmã adotiva e a comunidade tiveram um almoço gostoso e muito alegre. Após o almoço, Marcelino foi repousar um pouco no apartamento térreo, destinado as hóspedes. Quando você foi até lá para desapertá-lo, encontrou-o morto. Morreu feliz, junto de quem o amava.

Você a comunidade e sua família velaram em nossa casa seus dois irmãos…E nós nos sentimos agradecidas por Deus que deu esta graça a você e a nós. Edith, agora sozinha ficou morando conosco por um bom tempo, até que sua família veio busca-la. Você soube tão bem, Ir.Cecília partilhar conosco, com sua família e com as pessoas que encontraram em seu caminho, seu carinho, seus cuidados, seu trabalho sua vida! Esperando só de Deus a recompensa que, com certeza, agora, você está recebendo no céu. A seu modo com jeitinho simples e alegre, você sabia começa quem você levaria sua mensagem de Fé e de Amor. Foi assim: Era quase Natal, os pais dos alunos do Colégio Ressurreição de S.Paulo estavam em reunião. Você se apresentou, pedindo-lhes que ajudassem a resolver uma situação difícil: – ´´Esta aí , em nossa portaria uma senhora muito pobre, grávida às vésperas de dar à luz, sem ter onde se abrigar para ter o seu nenê. Que Deus inspire a alguma das mães aqui presente, coragem e generosidade, para recebê-la em sua casa pelo menos até o nenê nascer. “Seguiram-se momentos de burburinho e de consulta entre os casais. Uma das mães se levantou: – Ir.Cecília, eu vou recebê-la em minha casa! – E Ir.Cecília: – Esperem um pouquinho, que eu vou buscá-la, saiu e voltou trazendo um bela imagem de. Nossa Senhora e a entregou àquela mãe admirável por generosidade! Todos aplaudiram comovidos! Você continuou enchendo de carinho, a Casa do Carinho, mas as forças começaram a lhe Faltar, reumatismo, artrose… suas mãozinhas tão ágeis para o trabalho você jamais permitiu que elas ficassem ociosas já não lhe obedeciam. Várias vezes, tivemos que acompanhá-la nos hospitais. Apesar de todo esforço e dos cuidados de Ir. Reginalda e da presença amiga de Ir.Noemi, você não conseguia se alimentar. As forças lhe faltavam. Mas mesmo cheinha de dores em seu leito você orientava ir. Noemi, na preparação para a Santa Missa, celebrada em nossa capela todos os dias, pelo Pe.Quevedo.

As dores aumentavam suas forças chegavam ao limite. Você foi de novo para hospital. Foi lá na UTI do hospital Santa Catarina que fui vê-la entubada você tentava falar comigo, mas a voz não saía e eu não pude entende-la. As Irmãs estavam quase todas no Rio, para uma reciclagem orientada pelo Pe.Xavier. Ir. M. das Graças e eu ficamos em São Paulo, com Ir. Noemi e Ir. Reginalda. Nas vésperas de sua partida para a casa do Pai aconteceu aquela ´´visita de saúde“ … sua médica nos comunicou sua sensível melhora. Eu já me preparava para juntar às Irmãs que estavam no Rio. Na manhã seguinte você entrou em coma. Fui vê-la na UTI, você estava sedado. O médico me disse: “não saia do Hospital, ela está agonizando”. Pouco tempo depois, alguém veio dizer que Ir.Cecília acabara de entregar sua vida tão bonita a Deus. Ir. Maria das Graças e eu a vestimos com que carinho meu Deus e a transportamos para a nossa casa. Com sua família, passavam a noite, velando-a.

No dia seguinte, Pe.Xavier e as Irmãs que estavam no Rio vieram para a missa de corpo Presente e sepultamento. Na minha concelebrada pelo Pe.Xavier e por um sacerdote da Igreja de S.Judas, nós rezamos e cantamos pedindo a benção de Deus para a nossa Irmãzinha tão querida. Depois nós a acompanhamos até sua última morada, entre os seus no cemitério de Guarulhos, como era seu desejo, mas com certeza ela continua conosco, pedindo a Deus que nos mantenha tão fies quanto ela ao nosso compromisso de ´´ressuscitado“. Alegre, sorridente, generoso como ninguém acolhedora assim ela viveu assim ela partiu para a Casa do Pai, deixando em nosso coração uma saudade profunda e a certeza de mais uma protetora na ´´Família Ressurreição“ do céu. Obrigada Ir.Ana Cecília, Deus recompense seu carinho fraterno, sua presença, generosa entre nós seu testemunho de consagrada! Nossa Senhora da Ressurreição a acolha em seu coração de mãe. Você merece!


Rio de Janeiro, 04 de março de 2000

Homilia do Pe. Xavier na Missa por alma de Ir. Cecília

A epistola de São Paulo, (2 Cor 4,6-11) nos diz: ´´No meio das trevas brilha a luz, somos afligidos de todos os lados, mas não vencidos pela angústia, tentados, mas não aniquilados, perseguidos, mas desamparados. “Esse texto de São Paulo diz de uma forma completa nossa reflexão de ontem de como é a vida de quem busca caminhos mais altos. O caminho é estreito, mas nós temos sempre a expectativa de uma nobreza, de uma grandeza de vida e nós esperamos sempre uma luz maior. A notícia da morte de Ir. Cecília confirma em nós a necessidade de nós reafirmamos a nossa fé. A fé é um dom de Deus para a vida, portanto nós não podemos cultivar perdas, mas nós temos que cultivar ganhos, nós temos que cultivar o bem e não males que acontecem em torno de nós. Nós temos que pensar que Ir.Cecília, neste momento, já faz parte dos ressuscitados da eternidade. Porque o mistério do tempo é exatamente este: num instante vossa vida é feita do antes e do depois e no momento em que nós passamos do tempo para eternidade, todas as coisas se tornam simultânea. Não existem mais a sucessão. Não existe mais o antes e o depois. Nós dizemos que os mortos ressuscitarão no juízo final, mas esta é uma cronologia nossa, de quem está no antes e no depois. Mas quem morre na fé, já está no eterno, sem antes nem depois. Já está no simultaneidade, em que todas as coisas acontecem no mesmo tempo, no mesmo instante. Nós temos portanto que pensar na Ir.Cecília, como uma pessoa recém – ressuscitada, como alguém que saiu da dimensão do tempo e entrou na dimensão da eternidade, na ressurreição. Nós prezamos a nossa existência, porque é a existência que Deus nos dá agora. Nenhum de nós está com pressa de ser ressuscitado. Mas no momento em que nós dermos este passo arriscado que Ir.Cecília teve o atrevimento de dar, imediatamente se consuma a descoberta e a certeza de que a ressurreição é o bem maior, é a dimensão melhor da existência, é a forma mais magnífica de existir. Portanto não fiquemos, nem agoniados porque temos que querer a morte, nem angustiados porque temos que desejar a ressurreição. Cada coisa tem sua hora, cada momento tem a sua própria dimensão. O que nós temos que ter é um coração que saiba usar a fé. Eu não convivi muito com Ir. Cecília. Eu convivi pouquíssimo com ela, portanto eu não levo ou não trago, ou não carrego uma experiência propriamente dita de convivência. Para a Madre é um momento muito pesado, porque a Madre, como as Irmãs mais antigas, terão um sentimento maior de perda e terão que usar melhor a inteligência da Fé, para se reorganizar nesta passagem. Vamos rezar a Deus para que nós consigamos o brilho da Fé, o brilho da esperança e a recompensa da vida. E vamos cercar a Madre e as Irmãs mais antigas do carinho e da compreensão de que elas certamente necessitam neste momento. Vamos rezar a Deus para que as pessoas que conhecerem e amaram bem de perto a Ir.Cecília consigam fazer da fé uma luz e uma ferramenta que as ajudem nesta hora, que esta ressurreição nova conforte o nosso coração.

* Nota: esta homilia foi feita na missa celebrada pelo Pe. Xavier no Rio de Janeiro, no dia 4, quando as Irmãs que estavam reunidas para o encontro de formadores e formandas receberam a notícia do falecimento. A homilia belíssima da missa de corpo presente de Ir.Cecília, em São Paulo, infelizmente não foi gravada. Mas eu guardei dela estas palavras do Pe.Xavier: Ir.Cecília gostava muito de flores. Vamos cultivá-la e admirá-la e tratá-las com o carinho, ternura e o enlevo, com que Ir.Cecília as tratava. Ir.Cecília tinha o dom de acolher bem todas as pessoas. Vamos aprender com ela a abertura e a alegria do acolhimento.

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